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Qual meu tipo? – Passo 2: Inferior

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Se você chegou até aqui, deve ter lido e se identificado com uma ou mais funções dominantes que vimos no passo 1.

Obs: 

Temos então dois caminhos agora:

  1. Caso já tenha certeza da sua dominante, descoberta no passo 1, vá diretamente para a função inferior correspondente à sua dominante.
  2. Se ainda está em dúvida entre diferentes dominantes, tentaremos eliminar essa dúvida identificando a inferior. Uma vez que cada dominante só pode ter uma inferior.

Função Inferior

A função inferior é oposta à função dominante, de modo que as duas funções geralmente o levam em direções opostas, alimentando informações conflitantes sobre o mundo.

Se a função dominante é o seu verdadeiro eu e quem você quer ser, então a função inferior é o aspecto sombrio de sua personalidade, a parte de si mesmo que você não entende muito bem, a parte de sua personalidade que você está propenso a evitar ou rejeitar.

Devido à confiança à longo prazo na função dominante e sempre escolhendo seus objetivos e desejos, os objetivos e desejos da função inferior permanecem submersos na mente inconsciente.

No entanto, de acordo com a teoria psicanalítica, as atividades mentais que são muito reprimidas na mente inconsciente têm uma maneira de exercer-se de forma casual quando você menos espera, o que implica que a função inferior não é verdadeiramente “inferior”, mas na verdade bastante poderosa, e afetando bastante a maneira com que você age, sem muitas vezes compreender o porquê.

À medida que crescemos, rejeitamos inconscientemente a função inferior, a fim de conferir maior poder e controle sobre a vida para a função dominante. Isso faz com que a função inferior fique bastante subdesenvolvida, então você geralmente não conseguirá usá-la tão bem ou tão confortavelmente como sua função dominante, e isso pode produzir inseguranças inconscientes.

Quanto mais você confia na função dominante, mais você suprime a função inferior, fazendo com que ela se sinta também “sufocada” e engarrafando sua energia.

Quando você está sob um estresse emocional intenso ou não tem mais energia mental para manter o controle cognitivo da função dominante, essa energia inferior engarrafada tem potencial para retornar à mente consciente, causando uma regressão para mecanismo de defesa mais primitivos (esse estado é descrito por Naomi Quenk como “estar sob controle (In The Grip) da função inferior”).

Isso faz você agir aparentemente fora do seu padrão de comportamento.

Uma vez que o período sob o controle da inferior acaba, você pode se perguntar por que você se comportou tão mal ou o que foi tudo aquilo. Muitas vezes, durante esses momentos críticos, a função inferior é mais visível e memorável porque acompanha emoções negativas ou e comportamento não saudáveis.

Uma vez que a função inferior tende a acender quando você perde o autocontrole, é mais provável dela se manifestar-se como comportamento imaturo, infantil, disfuncional ou destrutivo.

As pessoas que são propensas a manifestar tendências a ficarem In The Grip geralmente têm baixa autoconsciência, são infelizes, mas não compreendem o porquê, e seus processos cognitivos estão operando em um nível instintivo ou primordial, impulsionado pela reatividade emocional inconsciente.

Se você tiver períodos crônicos/prolongados sob o controle a inferior, seus comportamentos podem obscurecer ou enterrar seu verdadeiro eu, o que pode levar a erros, porque, nesse ponto, a função inferior transformou sua personalidade inteira, e fez sua energia psíquica fluir  na direção invertida, tornando muito difícil para saber quem você realmente é, e por isso, se tipificar corretamente.

A função inferior geralmente é a melhor maneira de distinguir entre tipos de personalidade semelhantes. 

Para identificar sua função inferior, pergunte a si mesmo: “Como eu reajo/me comporto sob estresse intenso?” ou “O que eu costumo fazer quando estou no meu pior?”

Claro, responder à essas questões requer um alto grau de auto-honestidade.

Se Inferior (Ni Dominante)

Se identificou com essas perguntas? Separe este link: Função Inferior: Percepção Extrovertida (Se)

Si Inferior (Ne Dominante)

Se identificou com essas perguntas? Separe este link: Função Inferior: Percepção Introvertida (Si)

Fe Inferior (Ti Dominante)

Se identificou com essas perguntas? Separe este link: Função Inferior: Sentimento Extrovertido (Fe)

Fi Inferior (Te Dominante)

Se identificou com essas perguntas? Separe este link: Função Inferior: Sentimento Introvertido (Fi)

Te Inferior (Fi Dominante)

Se identificou com essas perguntas? Separe este link: Função Inferior: Pensamento Extrovertido (Te)

Ti Inferior (Fe Dominante)

Se identificou com essas perguntas? Separe este link: Função Inferior: Pensamento Introvertido (Ti)

Ne inferior (Si Dominante)

Se identificou com essas perguntas? Separe este link: Função Inferior: Intuição Extrovertida (Ne)

Ni Inferior (Se Dominante)

Se identificou com essas perguntas? Separe este link: Função Inferior: Intuição Introvertida (Ni)

Isso dá alguns exemplos do tipo de comportamentos que tendem a ser correlacionados com o aspecto negativo de cada função inferior.

Embora existam aspectos positivos para a função inferior, os negativos são mais fáceis de detectar para fins de tipificação.

Os comportamentos da inferior intensamente não saudáveis são geralmente fora de caráter e geralmente só surgem quando você está extremamente estressado ou se sente muito sobrecarregado com emoções negativas ou problemas difíceis (nesse caso, você deve lidar diretamente com a fonte do estresse que está diminuindo sua energia).

Estar preso à sua função inferior libera explosões de impulsos inconscientes retidos que dominam seu senso de identidade normal, transformando você em uma versão mais escura de você mesmo que, no fundo, você não quer ser.

Você pode exibir uma ampla gama de comportamentos de estresse aparentemente aleatórios e há uma sobreposição entre os tipos, bem como as diferenças individuais em cada tipo, porque estar no sob o controle da inferior, geralmente é um estado extremamente confuso.

Mas a ideia-chave é observar seu padrão geral de comportamentos de estresse para ver se eles são indicativos de uma função inferior particular e seus impulsos.

Agora, obviamente, leia todos os links que separou e depois passe para o PASSO 3.

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