Testemunhos: INTJ

Oi pessoal, resolvi fazer essa área de testemunhos para que através dos comentários, anônimos ou não, possamos dizer um pouco da realidade, de como é viver como cada um dos 16 tipos.

Pois as descrições são genéricas, tem muitos estereótipos, muitas coisas que na vida real não é como descrito nos sites.

E ninguém melhor para dizer e exemplificar como as características do seu tipo, ou funções, ajudam e prejudicam no dia a dia, vida, relacionamentos, carreira, etc., que a própria pessoa de cada tipo.

Assim trocamos ideias, encontramos pessoas que pensam parecido, que estão passando pelas mesmas coisas,e até, ajudamos as pessoas que tem dúvidas entre mais de um tipo a se tipificarem corretamente, ajudando ela a “se encontrar”.

A proposta é compartilhar e ajudar, não virar um muro das lamentações, portanto compartilhe informações e experiências que vão agregar valor aos demais leitores…

Então deixe seu comentário (descrição de si ou experiências pelas quais passa), anônimo ou não abaixo…

Um comentário em “Testemunhos: INTJ

  1. Olá. Pode me chamar de Johnny. Eu conheci este assunto recentemente, fiquei muito empolgado com essa ideia sobre as personalidades, e fascinado sobre como isto nos mostra que as pessoas são tão diferentes, principalmente nas entrelinhas.

    Fiz o teste em 2 sites, ambos confiáveis, um com tradução em inglês (este 2 vezes) e um em português (este 1 vez), e me descobri um INTJ. Muitos dos traços condizem comigo, muitos.

    Antes de chegar ao ponto sobre como me identifico com um INTJ, gostaria de compartilhar uma descoberta. Tenho 20 anos de idade. Anos atrás, quando eu tinha uns 12, fiz o teste algumas vezes. Eu não era tão experiente na vida quanto hoje, e o resultado que me definia era ISFJ (Defensor). Li sobre e aquilo me definia muito! Sentia orgulho de ter tais características. Mas hoje, se eu tentar me encaixar neste perfil, vai ser em vão. Acredito que tenha sido porque estes 8 anos me moldaram, minha visão e meu relacionamento comigo mesmo e com o mundo ao redor. Fui bombardeado de experiências, que me fizeram quem sou hoje.

    Se eu estiver errado sobre isso, sintam-se a vontade para me corrigir. Talvez eu só não tivesse experiências suficiente pra ter uma visão certa sobre tudo, ou não entendi bem as perguntas, sei lá! Kkkk

    Sempre me considerei um introvertido. Nunca precisei de teste para descobrir isso, interagir com muitas pessoas e ao mesmo tempo drenam minha energia muito rápido (me sinto mais a vontade com uma turma que tenho familiaridade, porém no fim do encontro ainda me sinto drenado consideravelmente). Durante minha adolescência, que como todas, foi turbulenta, comecei a ficar destacado, no sentido ruim. Não conseguia estabelecer com facilidade amizades fortes. Ou conversar com estranhos por muito tempo. Jogar conversa fora. Falar sobre o que aconteceu ontem, sobre fulano, sobre coisas concretas.

    Ganhar um amigo era como tirar o bilhete na loteria, eu não entendia o porquê. Hoje eu entendo. Me tornei uma pessoa que as ideias e possibilidades falam mais forte do que o visível ou audível, e todas as amizades que surgiram a partir da minha adolescência compartilhavam destes mesmos traços. O fato de eu não arranjar amigos com facilidade me fez ficar bem inseguro. Porém hoje não me importo tanto com isso, minhas habilidades melhoraram 😀

    Sempre me interessei por assuntos abstratos. Curiosidades, possibilidades talvez impossíveis. Lembro de ser criança e tinha uma revista de astronomia, eu tinha uns 6 ou 7 anos e eu li ela. Aprendi sobre Plutão e Cometa Halley. Lembro que meu pai trouxe uma revista do IBGE, onde ele trabalhava, e havia uma seção abordando o Teste de Einstein. Eu fiz ele sem colar (juro kkkk havia a resposta no final, de cabeça pra baixo, eu não vi) e eu acertei todas as respostas. Achei tão fácil que até duvidei se realmente só 2% da população poderia acertar (mentira, foi bem difícil).

    Ultimamente, de uns 3 anos pra cá, tenho dado voz maior a razão. E tem dado certo pra mim. Pensado antes de decidir. Tenho abandonado um pouco meu lado perfeccionista, pois tomei ciência de que todos somos humanos, não somos perfeitos. Vejo beleza até em alguns erros (paradoxal, né?). Mas só alguns, não todos, eu hein.

    Apresentei o conceito do MBTI pra uma amiga, depois que fiz o meu. Quis dar uma de sabichão, dizendo que ela iria ver um grande INFJ na tela dela. E não é que deu isso mesmo? Me senti um gênio, fico empolgado só de me lembrar disso. Eu acertei o resultado dela!!!!! Ela é idealista, como eu. No mundo das ideias. Nós temos 100% de afinidade quanto a isso. Mas o lado sentimental dela fala tão alto como o meu racional. Por isso, tivemos muito atrito no passado. Eu a via como quem tem preguiça de pensar, que sente mais do que pensa. Ela me via como um cara frio, apático, que não tava nem aí pro que ela sentia. Quando li certos tópicos e associei minha relação com essa amiga, tudo fez sentido. Ela é uma idealista, eu sou um racional, tudo bem! As pessoas são diferentes e isso é belo.

    Nunca faço nada antes de planejar tudo. Planejo tudo o que se deve fazer para alcançar certo objetivo, e se necessário for, sacrificar algo a curto prazo por uma recompensa a longo prazo. Assim como penso nas possibilidades de dar errado, e como eu posso reagir a tais incógnitas. Tudo fica planejado, e só então eu dou o primeiro passo. Princípio de procrastinação? Talvez. Ou não, talvez o planejamento já seja uma ação, necessária pra que tudo ocorra da melhor maneira possível.

    Não tenho pressa pra reagir a certas coisas. Procuro sempre identificar o motivo por (exemplo) alguém gritar comigo de repente. Primeiro eu procuro na minha cabeça, e se eu não acho, logo interpreto que a percepção da pessoa possa estar deturpada. Então, se ela me apresentar um motivo pra gritar comigo, talvez por algo que eu tenha feito, aí sim eu vou responder ao ato dela gritar comigo. Não sei se ficou claro. Mas eu priorizo a calma em tempos de crise. Já escrevi demais, não vou abusar do seu gosto de leitura e escrever uma bíblia aqui, amigo INTJ.

    Fiquei um pouco desapontado de não achar outras experiências aqui (nenhum comentário). Então o meu é o primeiro. Não sei se escrevi o que você esperava, mas torço pra que se identifique, ou que tenha aprendido mais um pouco, e não passe pelo mesmo sentimento de decepção que eu.

    Tchau!

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