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Testemunhos: INFP

Oi pessoal, resolvi fazer essa área de testemunhos para que através dos comentários, anônimos ou não, possamos dizer um pouco da realidade, de como é viver como cada um dos 16 tipos.

Pois as descrições são genéricas, tem muitos estereótipos, muitas coisas que na vida real não é como descrito nos sites.

E ninguém melhor para dizer e exemplificar como as características do seu tipo, ou funções, ajudam e prejudicam no dia a dia, vida, relacionamentos, carreira, etc., que a própria pessoa de cada tipo.

Assim trocamos ideias, encontramos pessoas que pensam parecido, que estão passando pelas mesmas coisas,e até, ajudamos as pessoas que tem dúvidas entre mais de um tipo a se tipificarem corretamente, ajudando ela a “se encontrar”.

A proposta é compartilhar e ajudar, não virar um muro das lamentações, portanto compartilhe informações e experiências que vão agregar valor aos demais leitores…

Então deixe seu comentário (descrição de si ou experiências pelas quais passa), anônimo ou não abaixo…

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4 comentários em “Testemunhos: INFP

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  1. Bom, uma coisa que sempre admirei nas pessoas é a paixão que muitas tem por algo ou alguma área. Sempre achei isso impressionante… Imagina, nascer com aquela vocação pra história, quem sabe um chamado pra música, algo em que fosse muito boa?! Já eu, nunca soube o que queria da vida, pois nunca me destaquei extremamente em algo. Meio que sou metida a fazer tudo o que dá na cabeça, então acaba que não me dedico 100% a nada. Gosto muito de ler (principalmente fantasia e ficção -pelo menos no momento, porque às vezes meus gostos mudam haha), mas nunca me imaginei seguindo uma carreira como Letras e tals, só amo a literatura como hobbie. Amo cantar, dançar, mas não bem o suficiente pra viver de algum desses rs. E isso é o que me perturba ao longo da vida. Talvez não tenham inventado ainda aquela coisa que quando eu trabalhar nela, sinta um “cara, eu nasci pra isso!”.

    Quando criança, queria ser tudo, dizia à minha mãe que teria 12 profissões hahaha. Depois, passei a maior parte do tempo desejando arquitetura. Mas aí, no meu primeiro contato com a química, decidi ser engenheira química. No ensino médio, fiquei mais atraída pela área de saúde (não que eu fosse boa, minhas melhores notas não eram em biologia, mas sim em literatura e matemática). No terceiro ano, escolhi que queria seguir a carreira de medicina (mais porque queria ajudar pessoas, cuidar delas, talvez criar um projeto no sertão: fazer a diferença). Beleza, estudei – mas não o suficiente. Chegou o ano seguinte, Sisu e tudo o mais e eu sabia que minha nota não daria para medicina. Daí eu coloco o quê? Engenharia como primeira opção e nutrição como segunda (sou doida mesmo). Decidi cursar a primeira pra ver se me identificava e simplesmente amei (apesar da dificuldade que tive em física rs, gostei muito do curso – nem sabia que gostava tanto de exatas!). Enfim, saí do ciclo básico e estou caminhando para engenharia elétrica (daí vocês pensam: “ah, sua louca, tu num tem problema em física?”. Mas eu digo que a parte de eletromagnetismo, e toda essa física da elétrica eu acho um amorzinho – era meu chuchu no terceiro ano do EM -, vai entender!). Me desejem boa sorte huashua!
    Mudando de assunto, queria saber uma coisa: sou só eu ou vocês também acham que todo mundo é bonzinho e quando alguém fala mal de outra pessoa, ficam inventando desculpas e justificativas para os atos ruins (ex.: ah, o pai dela a trata mal, a bichinha não tem culpa; ah, fulaninha deve ter feito isso sem querer, ela não seria tão má)? Parece que não consigo ver a maldade no mundo (não sei se não cresci o suficiente, tenho 18 aninhos ^^), ao mesmo tempo em que acho as pessoas injustas e queria que elas aceitassem melhor os outros como são – odeio quando são controladoras… Deixem cada um ser feliz, ava! Olha aí, vejo maldade e não vejo at the same time. Ok, foi só um desabafo.

    Enfim – mudando ainda mais de assunto -, o que eu quero dizer mesmo de importante, é que, apesar desse sentimento de não pertencimento ao mundo – sentimento de incompreensão e tudo o mais – não vamos deixar isso consumir nossas vidas! Cá entre nós, já lamentei demais na vida e vivi um tempo numa concha. Mas deixem ela se abrir. Deixem essa flor desabrochar. E isso eu falo até pra mim, que mudo de humor como uma montanha russa: pegando fogo, ainda por cima (acho que vi isso numa página do face, os créditos não são meus). Apesar de toda essa bipolaridade e do fato de eu ser um paradoxo ambulante (prazer! E você, quem é?), quero encorajá-los a não desistirem desse mundinho complicado que tem tanto a ser desfrutado. E, lembrem-se, vocês não estão sozinhos. Tem um tantinho de gente que passa por esses conflitos, dores, crises existenciais, dúvidas ou vida tediosa mesmo. VOCÊ NÃO ESTÁ SÓ. Então chega aí quem é da tribo, nós INFPs somos um amorzinho, somos sim.

    P.S.1: se você acha que não sou INFP, pode dizer (não que dê para saber com meu textinho). Foi o tipo de personalidade que me identifiquei muiiiito, mas vai que eu não me conheço nem um pouco – diferentemente do nosso amigo do blog, não sou expert em psicologia.
    P.S.2: sou só eu, ou vocês tem uma paixão por gente estranha? Não paixão de namorar, tá mais pra: MEU DEUS, AQUELA PESSOA PARECE ESTRANHA, PRECISAMOS SER AMIGAS. É uma admiração, não sei… Mas gente “perfeitinha” me deixa entediada, enquanto que pessoas com manias, jeito de se vestir diferente, de falar – ou qualquer coisa assim – me atraem como íman. Quem puder me responder, please, sem vácuo!
    P.S.3: escrevam seus testemunhos (ou qualquer lorota, como eu),pois ajudaria muita gente! Estou louca pra ler 🙂

    1. “Mudando de assunto, queria saber uma coisa: sou só eu ou vocês também acham que todo mundo é bonzinho e quando alguém fala mal de outra pessoa, ficam inventando desculpas e justificativas para os atos ruins?”

      Também sou assim, acho que também é coisa do tipo, a gente é meio “advogado do diabo” nesse ponto, mas também tem sempre a coisa de querer descobrir o porque, o que realmente está por trás da história.

      Também odeio controladores e, por tudo que li aqui, comecei a entender que é parte da nossa Fi.

  2. Todos os testes que eu fiz sempre me classificam como INFP. Lendo o blog e a descrição do autor me identifiquei mais ainda. Descobrir MBTI pra mim foi como uma tábua de salvação. Pude compreender muito dos meus traumas passados, vacilos, defeitos, traços da personalidade mal desenvolvidos e etc. Mas vira e mexe me vejo revoltado por ter essa personalidade que parece não servir pra muita coisa hahahaha.

    Tenho um desejo profundo de descobrir a verdade das coisas. Sou apaixonado por filosofia, gosto de psicologia, e trabalho e sou formado em computação kkkkkk
    Nada a ver uma coisa com a outra mais ok… hehe O fato é que as coisas que realmente me interessam e pelas quais eu gostaria de dedicar minha vida não permitem que eu compre nem uma folha de alface, uma vez que não são atividades regularmente remuneradas. Minha luta diária é viver como um não-INFP, tentando sufocar Ne que é a causa da minha procrastinação infinita.

    Tenho impressão que minha personalidade é uma das mais doidas…kkkk

  3. Descobri o MBTI há pouco tempo e achei muito dahora, ainda mais depois de me desiludir da astrologia (incrivelmente “sou” de Aquário, o mais parecido com INFP kkkkkk). Só com isso dito dá pra saber que autoconhecimento sempre foi uma lenda pra mim.
    Parece que quanto mais me conheço, menos eu sei quem eu sou. Mas esse sentimento diminui cada vez mais porque aos poucos vou aceitando minha visão de mundo, que é bem dispersa e cheia de extremos opostos. Não sei se sou só eu, mas sinto que até o final da minha vida eu vou ter sido um mundo inteiro de pessoas diferentes. Mas vejo isto como uma grande qualidade, pois sou muito aberto coisas diferentes, e quanto mais estranhas,melhores kkkkkk.
    E esse é meu maior dilema: encontrar uma definição para as coisas, que é quase impossível pra mim, pois sempre vejo tudo através da relatividade. E isso é maçante na hora de tomar decisões, porque querendo ou não, estas sim têm um peso na nossa vida, ao contrário das definições

    E desde muito antes de descobrir o MBTI já busco me desenvolver no eixo relacional, porque já notava dificuldade e até falta de interesse nas pessoas. E descobrir as razões para eu ter esses problemas tá sendo incrível e de grande ajuda.

    Aproveitando pra responder à Luisa, SIMMM, sempre gostei de gente estranha. Eu sempre vivi um misto de normalidade e estranheza, por isso me conecto mais fácil com gente tipo eu. Lembro que quando era mais novo na escola, conversava com todos e não gostava muito de bullying, e mesmo quando eu o fazia pela pressão social, me sentia mal.

    Já quando se fala em carreira, eu hoje me vejo mais encaminhado, coisa que há pouco tempo ainda era impossível pra mim, pois queria fazer muita coisa.
    A minha primeira opção era trabalhar com TI, que sempre foi presente na minha vida, desde quando eu era muito novo. Mas ao mesmo tempo, gostava de Letras e Psicologia. E isso me deixava muito confuso, pois são áreas muito distintas, mas hoje consigo enxergá-las de uma forma equilibrada. Gosto muito das áreas, mas pretendo arriscar primeiro a com mais chance de dar certo, que é a de TI, pois me amarro e não será um peso muito grande pra mim.
    Pretendo fazer música como hobbie também, e até tenho vontade de poder trabalhar com produção musical um dia, pois curto muito.

    Já no campo do amor, sou um pouco apático, não fico buscando muitos rolos kkkk Mas um deles me ensinou a maior lição da minha vida, eu acho: a gente funciona melhor em conjunto.
    E isso é muito sério porque a gente quer fazer tudo sozinho, sem levar os outros em consideração. Eu conheci essa garota que era totalmente meu oposto (certeza que ela tinha Fe dominante) e ela me mostrou isso, que se eu me fechar pra sempre eu vou morrer sozinho. Foi muito importante entender isso (mesmo sendo doloroso pela forma que eu tive que aprender) e agora inclusive sinto que tô começando uma nova vida por deixar o meu lado extrovertido brincar kkkkkk.

    É isso, gente. Acho que nosso papel como INFP é mostrar pro mundo que podemos ser nós mesmos mesmo ele sendo dominado por quem pensa o contrário, mas não vamos viver pra nós mesmos. Vamos nos dedicar a ele da nossa forma.

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