Testemunhos: INFJ

Oi pessoal, resolvi fazer essa área de testemunhos para que através dos comentários, anônimos ou não, possamos dizer um pouco da realidade, de como é viver como cada um dos 16 tipos.

Pois as descrições são genéricas, tem muitos estereótipos, muitas coisas que na vida real não é como descrito nos sites.

E ninguém melhor para dizer e exemplificar como as características do seu tipo, ou funções, ajudam e prejudicam no dia a dia, vida, relacionamentos, carreira, etc., que a própria pessoa de cada tipo.

Assim trocamos ideias, encontramos pessoas que pensam parecido, que estão passando pelas mesmas coisas,e até, ajudamos as pessoas que tem dúvidas entre mais de um tipo a se tipificarem corretamente, ajudando ela a “se encontrar”.

A proposta é compartilhar e ajudar, não virar um muro das lamentações, portanto compartilhe informações e experiências que vão agregar valor aos demais leitores…

Então deixe seu comentário (descrição de si ou experiências pelas quais passa), anônimo ou não abaixo…

4 comentários em “Testemunhos: INFJ

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  1. É uma merda ter que lidar com a ansiedade e com a sensação de não saber se as decisões estão certas. Também é muito ruim não conseguir me expressar oralmente tão bem quanto na escrita.
    Mas a pior parte é a sensação de não pertencimento que não passa e não pode ser resolvida por nada.
    Como esperam sanidade quando ninguém é são?

    1. Tenho ansiedade social, mas tenho enfrentado ela (com o apoio de pessoas que amo) em nome dos meus sonhos e objetivos. Quando sinto que talvez alguma decisão não esteja certa, faço de tudo para analisar de todos os ângulos possíveis e me assegurar dela de alguma forma, as vezes até pedindo opinião de varias pessoas.
      Quanto a se expressar oralmente, até por causa da ansiedade social, sempre tive dificuldade e aceitei isso como parte de mim. Não deixei que isso me abalasse, e como disso enfrento isso agora com apoio de amigos e tal. Infelizmente, faz parte. Escrevo e tenho orgulho disso, assim como da coragem que vou adquirindo para me expressar pela voz também.
      E sobre não pertencimento, hmm.. Aconselho a tentar de tudo, dê uma chance para toda oportunidade que surgir e talvez você se encontre em algo. Se gosta de algo, por menor que seja, explore todas as possibilidades que envolvam aquilo. Não se sinta mal por isso, em algum momento vai acontecer de encontrar seu lugar.

      Sanidade? Bom, como vc mesmo diz, ninguém é são e nem tem porque esperar por isso. Se solte dessas amarras simplórias, enxergue o mundo de maneira ampla e veja que absolutamente tudo é possível. O mundo é muito mais do que as caixinhas que eles impuseram pra nós. Boa sorte.

  2. Acredito que uma boa dica antes de se tipificar é garantir que você tem uma boa saúde mental e boas condições de vida. A maioria dos “INFJs” que encontro não são realmente INFJs, na verdade são apenas pessoas traumatizadas de alguma forma, com transtornos ou coisa do tipo. Vale lembrar que quando você está ansioso ou depressivo, tende a agir e pensar de uma certa forma específica. Até mesmo falta de algumas vitaminas podem te conduzir a ter certos comportamentos. O melhor é garantir que você está minimamente saudável (procure um médico e ou um terapeuta) e certifique que está sendo sincero consigo mesmo. Peça ajuda das pessoas que te conhecem para te definirem, veja se você tem atitudes Fe. É muito comum não termos plena ciência de como agimos e pensamos, por ser muito “natural e automático” acaba passando batido, e acreditamos que nossos ideais são as nossas ações, por isso tentem ser o mais fiel possível quando forem se tipificar.
    Até hoje eu só conheci INFJs que se tipificaram errado, eu mesma tive certeza por muito tempo ser INTJ .
    Estudem a teoria de Jung e sua aplicação. Funções cognitivas não é sobre comportamento e sim cognição! Várias cognições podem levar a um mesmo comportamento, mas um comportamento não define uma cognição.
    Levem algo que possam anotar, toda vez que tomarem alguma atitude, pense nas razões pelas quais o fez agir daquela forma. Vá fazendo com a maioria de suas ações e ao final veja quais são os pontos em comum.
    Não se apeguem apenas ao MBTI, estudem outros modos de tipificações, há alguns mais certeiros de se definir e que podem te ajudar muito mais a se tornarem pessoas melhores do que necessariamente o MBTI.

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